Nossas escolas não cumprem sua função de formar cidadãos e profissionais. Este alerta é da educadora Sílvia Pompéia, da Associação Educacional Labor, de São Paulo (SP). Nesta entrevista ao Portal do Voluntário, ela recomenda uma mobilização geral e urgente pela educação e ações concretas imediatas, que levem em conta a realidade das crianças e promovam a cooperação entre os professores e a direção da escola e entre estes e os pais de alunos e a comunidade local.
Como está a educação no Brasil?
Sílvia Pompéia - Nosso mundo moderno é muito exigente quanto à formação das novas gerações e o que se está oferecendo enquanto educação não responde a essas exigências: não está adequado nem para as crianças de hoje nem para o mundo de hoje. E isto pode chegar a um estado extremamente grave.
Parte do que está se passando hoje em dia na educação é noticiado; parte, não. Mas o que é noticiado não é bem explicado nem entendido. Tenho certeza que a sociedade brasileira ignora o que acontece de verdade nas escolas, e que as explicações sobre o pouco que se consegue ver são insuficientes e não vão ao coração do problema.
Como assim?
Sílvia Pompéia - Veja só: se você conversar com crianças que perambulam por aí nas ruas e que volta e meia fogem de suas famílias, vai descobrir que uma grande parte delas se dava até bem em casa antes de entrar na vida escolar. As crianças chegam à escola cheias de importância: vão ter acesso ao mundo dos adultos, vão ficar sabidas, vão aprender a ler e escrever! Para os pais, também, a escola é uma esperança, um alento. Mas com o tempo, num ensino totalmente inadequado a ela, a criança vai se chocando, se sentindo incapaz, acuada. E a família começa a receber reclamações. E a briga, a revolta, começa ali, na família, justamente onde havia expectativas e esperança mútuas.
Explique melhor a inadequação da nossa escola.
Sílvia Pompéia - Os sintomas mais importantes da inadequação do nosso ensino são os seguintes:
- Um grande número de crianças e jovens não consegue completar o ensino fundamental (as oito séries básicas): na década de 90, cerca de 50 milhões de jovens saíram da escola antes de terem completado sua formação elementar, o que significa que o sistema educacional está fracassando em dar condições básicas de escolaridade a boa parte de nossos adolescentes, praticamente inviabilizando seu emprego ou seu auto-empreendimento.
- O pior de tudo, é que aquelas crianças e adolescentes que estão sendo “cuspidos” para fora do sistema, de modo declarado ou velado, saem dessa brincadeira profundamente feridos. Assumem como sua e de sua família a culpa pelo fracasso. Tantas vezes viram seus pais serem destratados, responsabilizados por seu insucesso; tantas vezes foram tachados de burros, ignorantes… que se convenceram disso! Porque quem assim os tratou foi a sociedade – representada por aquele a quem o governo delegou a tarefa de formar essa criança, aquele que é a autoridade pública mais próxima do aluno e de sua família: o professor!
Qual é o resultado deste desencontro?
Sílvia Pompéia - Milhares, milhões de jovens e adolescentes despreparados para a vida, tanto em termos de conhecimentos e habilidades básicas como em termos de valores; com a auto-estima destruída; sentindo-se banidos pela sociedade; acostumados a serem desprezados, espezinhados, maltratados…
Que respeito, proteção e oportunidades a sociedade brasileira lhes ofereceu? Então, que resposta essa sociedade pode esperar deles? Porque o ser humano, em geral, acaba tratando os outros da maneira como é tratado.
O fracasso é completo?
Sílvia Pompéia - Posso garantir que não há exagero nessa afirmação. Claro que há escolas e até municípios inteiros em que as coisas são diferentes. Há lindas e promissoras experiências em curso, mas infelizmente, ainda são exceção …
O pior é que a pressa, a expectativa de retorno imediato, a falta de persistência, as mudanças de governo, muitas vezes acabam dificultando, às vezes, abortando experiências educacionais promissoras. Educação é um investimento a longo prazo, cheio de interveniências, exige conhecimento, experiência, história. E o nosso mundo sonha com o fast food, o prêt a porter…
Não foram feitos investimentos públicos em educação?
Sílvia Pompéia - Foi feito investimento, sim. Mas ainda não foi suficiente nem bem direcionado.
Porque foi abaixo do necessário, em termos de recursos; e principalmente, salvo algumas iniciativas importantes, se gastou muito em medidas de pouca eficácia, que não iam “ao ponto”, ao coração do problema.
Em outros casos, boas idéias e muito esforço acabam dando errado por serem mal conduzidos. Por exemplo, nos últimos anos, em diversos municípios e em estados, como São Paulo, o sistema de ciclos foi imposto às escolas pela metade. A idéia, que podia ter bons resultados enquanto prevenção da evasão, não foi implantada e sim desfigurada, mantendo-se uma triste mistura entre série e ciclo, uma confusão entre progressão continuada e promoção automática. Disso resultou que uma parte considerável dos estudantes que hoje conseguem “concluir” as 8 séries iniciais não domina minimamente os códigos da cultura e da sociedade em que vivem, ficando também muito prejudicados. Estes resultados decepcionantes levam à conclusão de que tudo estava errado e ceifa-se o trigo junto com o joio. Assim todo um enorme investimento corre o risco de ir para o ralo…
As escolas particulares são melhores?
Sílvia Pompéia - A escola particular também não está lá essas coisas. O nível de ensino, os valores passados, as atitudes de educadores, dos alunos e até dos pais, há tempos, vêm preocupando muitos conhecidos meus que têm filhos em escolas pagas. É que o sistema todo da Educação Nacional, no fundo, é o mesmo. Os professores são basicamente os mesmos, formados pelas mesmas faculdades. A lei, os supervisores, são os mesmos. A mentalidade é a mesma. A falta de atenção da sociedade é a mesma.
Infelizmente, a educação não ficou de fora de uma crescente onda de inversão de valores vivida pela elite formadora de opinião e propagada pelos diversos meios de comunicação, em que a vida se justifica pela busca do poder, na forma de posses materiais ou prestígio pessoal. Assim, cresceu na educação uma forma de conceber o sistema escolar como uma instância de poder, voltado às ambições pessoais, e não como uma instância de prestação de serviço à sociedade.
Como se dá este processo?
Sílvia Pompéia - Começa pelo professor: sua maior responsabilidade deve ser com os alunos, alvo e finalidade última de todo o sistema. Deve, portanto, estar voltado aos estudantes, conhecendo-os, apoiando-os. Para isso, precisa receber todo o apoio possível dos gestores escolares – diretores, supervisores, assistentes pedagógicos. Estes, por sua vez, precisam contar com um grande apoio e respaldo dos secretários de Educação. Por fim, cabe aos governadores e ao Ministro da Educação incentivar e dar todas as condições para que as Secretarias de Educação Estaduais e Municipais, que realmente são as responsáveis diretas pelas escolas, possam fazer um bom serviço.
Fácil, não é? Mas infelizmente o que vem acontecendo, na educação, é tudo ao contrário. Quem já assistiu reuniões nos mais diversos níveis desse sistema, como eu, sabe disso.
Como se vê isso no dia a dia de uma escola?
Sílvia Pompéia - Veja a situação do professor. Ele foi ensinado, na faculdade, a ser professor da disciplina que ensina – matemática, história, ciências, português, o que seja. Não entendeu que sua maior responsabilidade é com o aluno, com a educação. Nem sequer percebe que ensinar só acontece quando os alunos aprendem.
Comprometido com a matéria que “tem que ensinar”, o professor vira (literalmente) de costas para o aluno e escreve no quadro a matéria. Copiar, é o papel do aluno.
De costas para o aluno, voltado para o quadro e para sua disciplina, o professor só está de frente e respondendo à direção – essa é a sua posição. Deve explicações e serviços ao diretor, não ao estudante. Na sala de reuniões, fala mal dos alunos, desqualifica os pais, a comunidade. Não forma um coletivo, não assume a escola.
O diretor, por sua vez, deve explicações e serviços aos supervisores e, principalmente, ao Secretário de Educação. De costas para os professores, aos quais mais pressiona do que respalda, deles fala mal quando está entre os pares: critica a falta de base, as atitudes, a má qualidade da escrita, as ausências, a falta de domínio de classe, os baixos resultados…
E a administração pública como age?
Sílvia Pompéia - De costas para os diretores, de quem exigem muito, mas a quem dão poucas condições e dos quais falam muito mal, estão voltados para o governo a quem respondem, porque é dali que emana o poder.
Assim, em vez de um sistema de serviço em que o que importa, antes de tudo, é o aluno e a qualidade da educação que ele está recebendo, nosso ensino público está sendo essencialmente um sistema de poder, todo voltado para cargos cada vez mais altos na hierarquia de governo, no qual o aluno vem em último lugar!
É quase um milagre que nessas condições os 45 adolescentes de uma classe, que não têm espaços de lazer ou convivência fora da escola, cheios de energia, vindos de uma cultura em que o corpo acompanha a mente através de jogos, música e dança, é quase um milagre que não se matem, não destruam a classe. Só o fazem de modo simbólico – pichações, depredações, ameaças – mas assim mesmo não vêm sendo ouvidos, por isso vão tornando esses sinais de revolta cada vez menos simbólicos e mais diretos. (E estarão aumentando isso de modo exponencial nos próximos anos, se nada ocorrer!)
A legislação brasileira sobre educação é tida como muito avançada …
Sílvia Pompéia - Os documentos com recomendações nacionais e internacionais assinados pelo Brasil em reuniões de cúpula, assim como as leis e os planos nacionais que regem o ensino, desde a Constituição de 88, propõem uma escola e um sistema muito diferentes do que temos no momento. Mas quando essas grandes leis e intenções descem até as escolas, toda a burocracia e o emaranhado de leis menores, decretos, portarias e resoluções trabalham em sentido oposto. Uma tradição autoritária e fortemente hierárquica, “direitos adquiridos”, relações de dependência, compromissos mais ou menos espúrios – tudo conspira para a inviabilização da autonomia da escola e de outras inovações que as macropolíticas nacionais aprovadas pretendem garantir. Por isso, mesmo quando diretores e professores desejam implantar medidas de acordo com a própria lei, por acreditarem em seu valor, enfrentam enormes dificuldades.
Como chegamos a esta situação?
Sílvia Pompéia - Na realidade, nunca houve um planejamento estratégico que representasse uma vontade política de levar à prática efetiva ideais como os que constam da Lei de Diretrizes e Bases – uma estratégia que considerasse, antes de tudo, o que de fato está ocorrendo. Que, a partir de um diagnóstico honesto e transparente realizado pelos próprios professores, alunos e pais, levasse à criação de muitos planos de ação, envolvendo cada pequena localidade, cada bairro da cidade.
Em educação, não há “passes de mágica”, não há soluções de massa. Há somente a realidade de um adulto diante de uma criança que precisa conhecer o mundo do qual veio tomar parte, um adulto que se importe com ela e que receba verdadeiro apoio da sociedade. Que possa não só falar com o jovem (como a TV, o rádio, os livros e a internet podem) mas, principalmente, que possa ouvi-lo, conhecê-lo, ajudá-lo a descobrir seu potencial (o que ele vai poder oferecer aos outros) e suas limitações (o que ele vai precisar receber dos outros). Um adulto que saiba o que é criar um espaço de solidariedade e confiança e que possa oferecer esse tipo de convivência ao grupo de crianças e adolescentes sob sua responsabilidade, em que cada problema é encarado não como um erro a ser reprimido, mas como um desafio a ser superado. Para isso, precisamos da VERDADE, associada à COERÊNCIA e à CORAGEM.
Precisamos, urgente, de uma “mobilização geral pela educação”, sem o quê o futuro do país estará comprometido pelo desperdício criminoso do maior de todos os potenciais da nação brasileira: nossas crianças!
Apesar de todos os estes problemas, você defende que é possível mudar a educação.
Sílvia Pompéia - Há muitas experiências que estão apontando caminhos e conseguindo bons resultados em escolas públicas. São iniciativas que partem em geral dessas mesmas escolas com apoio desde o governo federal até os municipais, de ONGs e até empresas privadas. Conhecê-las fará parte essencial do planejamento estratégico que precisa ser feito. Também fará parte conhecer as causas pelas quais programas que empregaram grande volume de recursos não deram frutos na ponta da linha, ou seja, não alcançaram resultados com os estudantes.
Quais seriam, na sua opinião, os fundamentos de um novo sistema educacional?
Sílvia Pompéia - Como ponto de partida, para ir ao âmago da questão, podemos citar alguns princípios baseados em experiências como essas que vivenciamos e estudamos no ensino público, tanto de grandes escolas da periferia de metrópoles quanto de pequenas escolas rurais.
São eles:
- Conceber uma escola mais plural, que sirva para crianças e jovens com as mais diversas inclinações, com valores sociais e culturais diferentes que precisam ser acolhidos, reconhecidos e potencializados.
- Oferecer uma formação mais adequada ao professor, tanto nas faculdades como em serviço, que o prepare para trabalhar com esse aluno, sendo seu mestre e não só um repassador de conhecimentos.
- Dar condições práticas para que cada escola construa seu próprio projeto político-pedagógico, com a contribuição de todos – professores, direção, pais, alunos, funcionários – ajudando a comunidade a aprender na prática como fazer valer a democracia e a participação.
- Respeitar de verdade a autonomia de cada escola, fazendo o possível para que a equipe de educadores permaneça, em vez de mudá-la toda hora: se um grupo de professores passa a conhecer bem os alunos, as famílias; se esse grupo se envolve no plano coletivo para construir uma escola melhor para aquela comunidade; se ele passa a se sentir como parte desse processo, esse grupo deve ser mantido, pois não dá para recomeçar tudo a cada ano!
- A educação das crianças e jovens não deve ser apenas uma questão para escolas e professores: deve ser uma preocupação de todos os adultos, de todos os meios. Assim, a sociedade deve saber aproveitar de modo competente os recursos que dispõe (por exemplo os meios de comunicação em massa como TV e rádio) para melhor informar e apoiar a formação de valores que sejam considerados importantes para essa mesma sociedade. Muitas vezes tem acontecido o contrário: o que se pede à escola para construir, de um lado, vai sendo destruído do outro. E todos perdem com isso.
Fale um pouco da Labor e da sua experiência com escolas públicas.
Sílvia Pompéia - A Associação Educacional Labor é formada basicamente por professores e gestores de escolas públicas. Ela nasceu de um grupo preocupado com tudo isso que eu disse aqui. Eles têm duasconvicções profundas: primeiro, que nada pode ser mais estratégico e urgente para o Brasil do que mudar radicalmente o ensino fundamental para que ele atenda seus alunos com qualidade produzindo inclusão e não exclusão social; e segundo, que isso É POSSÍVEL, mesmo na atual situação. O grupo da Labor começou com vários professores que conseguem “dar certo” – conseguem, por exemplo, alfabetizar a “classe dos retardados”; ou conseguem mobilizar a “turma do fundão” que na sua aula produzem muito e se comportam bem (!!!). Eles ajudaram a sistematizar uma série de idéias (suas convicções e constatações, ou seja, pressupostos e princípios traduzidos na prática) sobre como atuar, mesmo com as dificuldades do sistema, de modo a ter muito mais sucesso e prazer ao dar aulas.
O que preciso para a escola “dar certo”?
Sílvia Pompéia - Basicamente, a direção da escola precisa querer. Descobrimos rapidamente o quanto o papel do diretor é fundamental, enquanto liderança. E os diretores também descobriram a Labor e pediram outra coisa: um trabalho complementar dirigido aos gestores. Esse também foi o resultado de uma pesquisa sobre os efeitos da atuação da Labor em escolas realizada por uma equipe da Pós-graduação em Psicologia da Educação da PUC-SP, com apoio da FAPESP. Diante disso, a Labor desenvolveu uma outra proposta, muito incrível, que é a Gestão Estratégica Participativa. É todo um modo de atuar que gera uma grande participação de pais, alunos, professores e funcionários no planejamento e na gestão de projetos na escola. Em alguns meses, se elabora o Projeto Político Pedagógico de modo altamente participativo, com revisão dos valores, métodos, currículo, forma de avaliação e até administração da escola de modo consensuado pelo coletivo, com atribuição de responsabilidades também a esse coletivo. Isso muda de forma dramática as relações dentro da escola, e da escola com a comunidade. Além disso, as famílias passam a dominar técnicas de diagnóstico e planejamento que mudam a vida no bairro. Só vendo!
Você falou em experiências, em publicações. Elas são acessíveis?
Sílvia Pompéia - Há uma coleção de fascículos sobre a “Proposta Pedagógica Labor” que foi publicada pela EDUC (Editora da Puc) em parceria com o INEP. Podem ser encontrados na PUC, no INEP (precisa pedir), em algumas livrarias. Mas podem também ser “baixados por download” acessando o “site” da Labor – www.labor.org.br – aliás, nesse site tem os nomes de diversas escolas que trabalharam e/ou estão trabalhando em parceria com a Labor. Sobre o processo de gestão participativa, é preciso solicitar o material que infelizmente ainda não teve apoio para ser publicado – o que tem feito muita falta!
Para finalizar, qual sua visão sobre trabalho voluntário nas escolas públicas?
Sílvia Pompéia - Muito interessante a questão do trabalho voluntário em escolas públicas! Valeria um artigo só sobre esse assunto! Muitas pessoas que tentaram isso acabaram desistindo. É difícil, pois é preciso um preparo de ambas as partes – tanto da escola quanto do voluntário.
Na escola, muitas vezes, o voluntário é recebido por uma ou duas pessoas que sugerem algo que elas acham importante mas que envolve contato com terceiros (outros educadores ou alunos) que não estão motivados, não estão bem informados ou nem entendem o que está acontecendo e acabam recebendo mal o voluntário ou aproveitando mal aquilo que lhes é oferecido. Na enorme quantidade de acontecimentos que se sucedem no dia a dia da escola, a presença do voluntário muitas vezes se perde ou é esquecida porque não foi bem planejada.
Por sua vez, os voluntários muitas vezes ficam completamente perdidos no ambiente das nossas grandes escolas públicas que lhes parece tão populoso, complexo, barulhento e confuso; muitos se sentem mal ali e tendem a ver mais os aspectos negativos do que os positivos, por mais solidários que queiram ser. Antes mesmo que os laços possam ser construídos, eles já se desfazem porque faltou preparo, persistência, coragem para lidar com o desconhecido.
A Labor contempla o voluntariado na sua metodologia?
Sílvia Pompéia – A Labor tem ajudado, nesse processo, tanto a fundações que querem se aproximar de escolas quanto a escolas que querem se abrir para ações voluntárias, por exemplo, nos finais de semana. Muitas delas, com apoio de educadores da Labor, conseguiram realizar um planejamento com intensa participação da comunidade e “mudaram o jogo”, passando a ter sucesso com apoio dos voluntários.
Talvez um dos principais meios de facilitar o entrosamento entre escola e voluntários seja “casar” a oferta com a demanda, mesmo que para isso se tenha que procurar mais ou esperar a melhor ocasião.
A Labor conhece muitas escolas que precisam de trabalhos voluntários. Conhece muitos alunos que lucrariam bastante se pudessem contar com a ajuda de voluntários. E a própria Labor, nesse momento, precisa MUITO de ajuda na área da comunicação – melhorar a gestão dos computadores, o acesso à internet, atualizar o site e torná-lo mais interativo, etc. E assessoria de comunicação! Para quem quiser participar, os telefones são (11) 5686.9019 e 5687.0893. O e-mail: This e-mail address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it. .

